Uma clínica perde dinheiro de duas formas: na glosa que ninguém contestou e no repasse que ninguém conferiu. As duas têm a mesma raiz — ninguém consegue rastrear o número até a guia. Ferramentas de IA genéricas pioram o quadro: devolvem um resumo plausível do faturamento sem dizer de onde veio cada valor.
A Redijo começa pela prova. O agente lê os demonstrativos dos convênios, as guias TISS e os relatórios de faturamento que a clínica já recebe, e redige uma conciliação onde cada repasse e cada glosa apontam para a linha de origem.
Auditável por construção, não de confiança
A prova nasce junto com a resposta. Antes de escrever um valor, o agente o localiza num arquivo que você subiu e guarda a origem — arquivo, lote, linha. A comparação entre o esperado e o pago é determinística; a IA redige o texto, nunca o número. É por isso que a conciliação é auditável, e não apenas convincente.
Dado sensível só entra na conta de quem pode ver
O segundo ganho é de privacidade. Quase toda ferramenta checa acesso só na busca — e depois deixa a IA misturar tudo. A Redijo verifica a permissão de cada fragmento no momento da síntese. A equipe administrativa fecha o repasse sem que um dado clínico restrito apareça, nem disfarçado dentro de um total.
Para quem é
Para o gestor da clínica que precisa contestar glosas com prova, para o sócio que calcula o repasse por médico e para quem responde pela conformidade com a LGPD. Seus dados ficam hospedados em nuvem, com salvaguardas de transferência internacional.