A Dust é uma boa plataforma para montar agentes de IA sobre os dados que você conecta — flexível, com componentes de código aberto e preço publicado. Se o seu objetivo é construir assistentes sob medida, ela dá liberdade.
A Redijo não compete em flexibilidade de agente; compete em prova. A pergunta que define a Redijo é “de onde veio esse número?”, e a resposta vem com o arquivo, a aba e o intervalo de origem. O agente é o meio; a auditabilidade é o produto.
Auditável por construção
Na Redijo, o cálculo e a comparação são determinísticos, fora do caminho da IA. O modelo redige o texto, mas o número vem de um caminho que você pode reexecutar e conferir. A prova nasce com a resposta — você revisa, não confia.
Permissão no momento da síntese
A Redijo verifica a permissão de cada fragmento no instante em que a resposta é composta. O que está fora do seu acesso não entra — nem agregado num total. Esse é o nosso fosso.
Onde a Dust leva vantagem
Sejamos justos: para construir e orquestrar agentes de IA customizáveis, com código aberto e liberdade de configuração, a Dust tem força. A Redijo é mais opinativa: mira o relatório gerencial auditável e a recorrência mensal, com a citação por número no centro. Você também traz a sua própria IA via servidor MCP, com permissões e trilha de auditoria.
As duas publicam preços abertamente. A diferença está no que cada número carrega de volta. Seus arquivos ficam hospedados em nuvem, com salvaguardas de transferência internacional.