A maioria das ferramentas de IA responde primeiro e se explica depois — se você pedir. O Redijo faz o contrário: a resposta só existe se a prova existir. O agente não começa pelo texto bonito; ele começa pela fonte.
A regra é a prova-primeiro
Antes de escrever qualquer número, o agente localiza o dado num arquivo que você subiu e guarda de onde ele veio — arquivo · aba · intervalo. O número e a sua origem viajam juntos pelo relatório inteiro. Clicou no valor, vê a fonte. Isso é auditável por construção, não por confiança.
O agente também separa o que foi observado nos seus arquivos do que foi calculado a partir deles. Uma margem não é um dado bruto — é uma conta. O relatório mostra os dois: o valor calculado e as fontes que entraram na conta.
E quando o dado não existe?
Aqui está o detalhe que muda tudo: quando falta um arquivo ou uma linha, o agente não preenche a lacuna com um palpite. Ele aponta o que faltou e segue com o que existe.
- Se o extrato de junho não chegou, o caixa do mês fica marcado como pendente — não estimado.
- Se uma aba mudou de nome, o agente avisa antes de calcular, em vez de somar a coluna errada.
Um número que você não consegue rastrear não é um número confiável. Por isso o agente prefere dizer “isto está faltando” a entregar um total que parece certo e não é. A permissão de cada fragmento também vale no momento da síntese: o que você não pode ver não entra na resposta — nem escondido dentro de um total.